O gap está em vender, não em construir.
A promessa "sem código" já vence o medo técnico. O que fica sem resposta é: depois de construir, como transformo em dinheiro? Essa é a metade que mais justifica o produto.
Retrato de quem se inscreveu, do que trava e do que querem construir — para calibrar a oferta ao vivo. A dor que se repete não é técnica: é vender o que se constrói. E há um sub-público regulado, pequeno em volume, onde o ticket pesa mais.
Captação concentrada em um único canal que não é nosso. Audiência quente, que já conhece o Alan — favorece a oferta direta ao vivo, mas frágil no médio prazo.
Quatro perfis em proporções quase iguais. Não é um público só — são quatro, com poder de compra e objeções distintas. Metade já opera um negócio; metade busca a virada de renda.
Somando CLT e quem está sem renda fixa, metade da sala ainda busca a primeira renda com IA. A outra metade já fatura e quer escalar.
A dor técnica lidera, mas já tem resposta na promessa "sem código". A dor comercial — vender, precificar, fechar cliente — é a que fica sem resposta. É o gap da oferta.
A maior dor — e a já endereçada. A promessa "sem código" existe exatamente para vencer este medo.
A dor comercial. Depois de construir, ninguém sabe transformar em dinheiro — e nada na oferta atual responde a isso.
A dor técnica (30%) já é endereçada pela promessa "sem código". A dor comercial — vender, precificar, posicionar — é a que fica sem resposta. Esse é o espaço que justifica um produto, não mais uma aula de ferramentas.
Marketing e Educação dominam em volume. Mas, em amarelo, três verticais reguladas — Saúde, Jurídico e Finanças — somam um sub-público pequeno, não-tech e de ticket alto.
Saúde, Jurídico e Finanças/Contábil somam ~95 pessoas: um sub-público regulado, não-tech, com cliente e ticket alto. É onde a melhor prova social ganha força — "fisioterapeuta fechou R$70K". Merece um caso ao vivo dedicado.
Eles não querem "aprender IA" — querem parar de fazer trabalho manual. Automação e análise de dados, juntas, superam marketing e vendas. Sofrem com planilha, não sonham com agentes.
pessoas pedem automação de processos ou análise de dados — mais do que vendas e marketing somados. Vender como "elimine o trabalho manual" converte melhor que "orquestre agentes".
Seis leituras do que os dados pedem. Em amarelo, os dois achados mais acionáveis — o gap de vendas e o sub-público regulado — onde está o maior retorno de calibrar a oferta.
A promessa "sem código" já vence o medo técnico. O que fica sem resposta é: depois de construir, como transformo em dinheiro? Essa é a metade que mais justifica o produto.
A maior intenção é automação de processos e relatórios. Vender como "elimine o trabalho manual da sua empresa" converte melhor que "aprenda a orquestrar agentes".
Único perfil onde a dor técnica domina sozinha, com menos confusão nas respostas. Tem renda, estabilidade e quer habilidade vendável. Maior capacidade de pagar à vista.
Saúde, Jurídico e Contábil (~95 pessoas) têm cliente, processo manual chato e ticket alto. É onde o "R$8K a R$275K" soa mais crível. Merece um caso ao vivo dedicado.
22% do público. Alta energia, baixa clareza, baixa capacidade de investir. Infla inscritos e prova social, mas precisa de porta de entrada barata — não da oferta cheia.
60% veio só de WhatsApp. Captação inteira num canal que não é seu. Audiência quente que já te conhece — favorece a oferta direta ao vivo, mas frágil no médio prazo.
O produto que esse público compra é um método para: identificar o problema certo do cliente → construir sem código → cobrar bem por isso. A estrutura sugerida abre em dois níveis, para servir as duas metades da sala sem diluir a oferta principal.
Absorve quem está sem renda fixa — alta energia, baixa capacidade de investir. Gera prova social e alimenta o topo do funil sem queimar a base.
Para o CLT, o dono de negócio e o profissional regulado — quem tem renda, cliente e ticket. Aqui o "R$8K a R$275K" é crível e o pagamento à vista cabe.
Base e método. 422 cadastros válidos via pesquisa de inscrição da live "Como criar projetos com IA que resolvem problemas de verdade · AIOX na prática", com Alan Nicolas. Campos de texto livre — área, trava e problema a resolver — classificados por tema; uma resposta pode contar em mais de uma categoria. A pergunta sobre o que querem construir teve 352 respondentes. Percentuais de origem do tráfego são aproximados.